[...] Não sei o que hei de fazer das minhas sensações. Não sei o que hei de ser comigo sozinho.
(Alberto Caeiro)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
O corpo gela e seu sangue esvai-se.
As pálpebras sente o peso, abre e fecha com uma lentidão de tartaruga e lhe causa dor.
Seus pensamentos se misturam, sua cabeça dói.
E mais uma vez me vejo úmida, sem sol, sem resplandecer.
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